sábado, 5 de fevereiro de 2011

Platônico

As pessoas estão pragmatizando o amor, o amor não tem tradução, em cada pessoa ele é algo diferente. Em mim hoje ele é a beleza dos olhos castanhos que choram por não ter alguém, enquanto os meus choram pelas lágrimas não serem por mim. É também a doçura do "eu te amo" inocente que não imagina haver tanto amor dentro de um só coração, guardado para uma só pessoa. E é, entre milhões de pessoas, querer somente uma: a dos olhos castanhos e "eu te amo" inocente.

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